Sonhei e estava numa taberna de sonho / toda fita pela mão do sonho / pelos engenheiros do sonho / que moravam escondidos / nalgum lugar ermitão de mim / ou arquitetados em povoados dentro de mim / em aldeias e vilas eremitas dentro de mim / escondidas de mim como o ermitão do mundo / como Santo Antão de Salvador Dali / pintado em sua cova no deserto / Santo Antão da Tebaida / Santo Antão no pincel de Salvador Dali / e Dali no deserto Dali / na alma de Santo Antão / o eremita na vida e obra de Salvador Dali / o ermitão na pinacoteca de Salvador Dali / um outro Anjo Azul Surrealista / Anjo Azul Surrealista / Surrealista Anjo Azul celeste / pousando no quadro de Salvador Dali / dali aos bigodes espanhóis e pincel de Dali / o Salvador do sonho daqui / deste mundo fora dali / fora dali do quadro em Anjo Azul Surealista de Dali / do louco Salvador Dali /
TEXTO DISSERTATIVO OU PARANÓICO-CRÍTICO ( SUB DENOTATIVO )
O texto na textura da obra de Salvador Dali, processa o método paranóico-crítico, que pode ser a colocação crítica da hora do sonho na realidade; o por ( tese ) o sonho no mundo, boindo à flor do dia, na ralidade de um fato ou de m fenômeno artístico-mítico : a obra de arte.
Por esse ângulo se podeobservr em tintas de corese formas tão misturadas quato a paleta que mistura os sonhos, Santo Antão, quadro, obra, biografia de Salvador Dalí no eremitério do imaginário, tal qual o anjo azul e anjo surrealista de Salvador Dalí são biografias de Salvador Dalí, assim como o são o Violinista Verde, Verde Violinista na aldeia em violino verde de Marc Chagall , é também biografia, vida e obra, simultaneamente, de Marc Chagall, pois o artista nasce em sua obra,; vive e respira sua arte, pois nela nasce, mas não morre ( porquanto não há artista falecido que produza qualquer obra de arte ); por isso o artista nasce e cresce e amaduce em sua obra, que é sua vida; todavia o artista não morre, fica sua vida presa ,vinclada à obra na forma de consciência no tempo de vida "fossilizado" pela obra de arte ; daí surge o conceito de imortalidade na arte, também um método paranóico-crítico de objetar a realidade.
A arte de Chagall no violino verde do Violinista Verde, violino verde mar verde , musgo, verdes ervas no violino ébrio do Violinista Verde, verde Violinista do violino verde, Violinista Verde que toca o violino verde do "Greenpeace", violino em dó menor em hera e ervas verdes esparsas em olhos no chão, onde passeiam os verdes olhos verdes do Violinista Verde violinista, da violinista verde, de olhos verdes, violinos olhos, que toca o coração verde do violino verde em odor verde . Onde passeiam verde mar de seus olhos verdes, dali e daqui os verdes Violinistas Verdes calçados com sapatos e sandálias de ervas.
As obras do surrealismo são sonhos exprimidos em obras de arte surrealistas, surreais. O Anjo Azul, anterior ao surrealista, ao Anjo Surrealista, quando o artista já arranca ao Anjo Azul Celeste no casulo do sonho o lápis-lazúli, a ametista, as gemas preciosas que são suas obras-primas depois de Gala, as obras-primas de Salvador Dalí apaixonado e em sonho realizado em cores e formas evanescentes, surras, surrealistas, no outro lado do mundo : no lado onírico do travesseiro de Sigmundo Freud, pai, criador da psicanálise e autor do "Livro da Interpretação dos Sonhos".
O sonho é um objeto de ciência ainda não explorada, nem sequer amadurecida a idéia de uma tal ciência voltada ao estudo do onírico; ciência essa que pode esclarecer o que há dentro e fora do ser humano.
O sonho pode mostrar que dentro de nós, humanos, tem uma imensa população de pessoas que conhecemos no mundo de fato ou real ou no mundo fora da aldeia ou vila interior ( pintadas por Marc Chagall no violinista azul ou celeste, no Violinista Verde ou no verso verde de Violinista Verde em Federico Garcia Lorca : "Verde que te quiero verde. / Verde viento. Verdes ramas. / El barco sobre la mar / y el caballo en la montaña ."/ ).
Artistas e arquitetos são historiadores e engenheiros de sonhos, porquanto são os únicos a estudá-os e construí-los na realidade em forma de obras de arte, poesia, música, escultura.
Sonhos não são quimeras no sentido da Quimera mitológica ou científica ( existe a quimera científica) que povoa a mente, que está escondida junto às nereidas, ninfas, deusas e deuses dentro de um Monte Olimpo ou Monte Parnaso que existe antes na mente e que somente depois dessa "existência" na mente é transplantada para a natureza na forma em que a cultivamos e com os métodos geométricos com que as plantamos, que é o que se chama de antropocentrismo.
Porém tudo começa e parte de dentro do humano! Ao menos para todo ser humano, tudo vem de dentro de nós ( idéia, pensamento, ciência, intuição sensível ) e vai para fora de nós, humanos (mundo, realidade, natureza) e posteriormente retorna sob a forma que vemos e mesclamos o que foi construído na parte de dentro com o que está construído ( ou o que construímos) na parte de fora do mundo.
Então tem dois mundos para os humanos, nós : o universo natural em nós, das idéias, que é a engenheira de tudo, a deusa engenheira de nosso mundo concreto e abstrato e o cosmos lá fora que captamos e capturamos para modificá-lo, industrializá-lo-lo conforme as nossas idéias, consoante o que pensamos no tempo em que vivemos como indivíduos e espécie.
Duas naturezas percebemos e vivemos : o da natureza exterior, ou que assim nos parece ou gostamos que seja, e a natureza interior, que sã as forças da natureza moldando e engendrando nosso corpo, nossa vida, saúde ou morte : destino, enfim, para falar de uma das muitas, inúmeras palavras que constituem nosso léxico cem nomes de divindades mitológicas grega e romanas : Grécia e Roma, nosso passado cultural, nosso contexto de espécie ainda válido.
Quiçá seja por essa engenharia de nossa mente que não se sabe fora ou dentro de s ou do mundo é que a loucura, a esquizofrenia, a paranóia tome conta da mente humano : cada um tem seu quinhão no latifúndio da demência, mesmo os mais saudáveis e, principalmente ,os seres humanos normais, os que seguem as normas por medo, de errar e demonstrar o quão lunáticos são.
O homem normal é uma fobia, um sonho podado, sonho oprimido, recalcado d animal humano que teme o animal alfa em outro homem : o político, os muito ricos : nababos, abastados, donos das Grandes Corporações que sãos as nossas senhoras atuais, as nossas rainhas : Nossa Senhora Shell, Nossa Senhora Rapsol Honda, Nossa Senhora Honda , Nossa Senhora da Repsol, Nossa Senhora da Texaco, Nossa Senhora Yamaha, Nossa Senhora da Mercedes Benz, Nossa Senhora da Ferrari, Nossa Senhora da Fiat, Nossa Senhora da Petrobrás, Nossa Senhora da Abadia, de Lourdes, de Fátima, etc.
Nos sonho está caracterizada a mente humana e, portanto, ciência que rege essa mente, bem como a arte e todas as atividades humanas.
O sonho é como a história em que a história´ria de um homem, como Jesus Cristo, não é uma história somente, mas várias; não é a historia do indivíduo, porém da espécie que faz o homem ser eterno, ser um deus, um imortal, porque preso dentro do signos e símbolos da histórias que vai pra todo o lado, atinge todo ser humano enquanto espécie e mesmo como indivíduo, contemplado na história ou lenda de Jesus Cristo ou outro ser divino, divinizado. A lenda canoniza, diviniza; lenda e história se tocam : são verdes Violinistas Verdes, Violinistas em verdes violinos na biografia de Marc Chagall em tela ( na tela pintada por Deus na mente d Marc Chagall antes de Marc Chagall ter retirado o tesouro da idéia de Deus com a mão, dentre um punhado de sonhos no céus zuis violinistas celestes de seus sonos, dormindo na aldei russa de Witesbsk, onde nasceu o Violinista Azul, Celeste , no Celeste violino de Marc Chagall .
Biografia ( vida e obra ) de Marc Chagall : pintor, gravador vitralista russo de família judia.
Chagall é pseudônimo. Seu nome era Moysha Zackharavich Shahalaw,em cirílico, ou Mohse Segall
Marc Chagall escreveu, num poema : " só é minha / a terra que está / em minha alma." / E ainda é d Marc Chagall este texto esclarecedor do poeta que sonhava nele n homem eterno nele ( o homem é eterno em todo homem, todo ser humano): " Pintei meu mundo, minha vida : / aquilo que vi e aquilo que sonhei / pintei minha Rússia querida, / a Vitesbsk onde nasci , / o bairro dos judeus pobres onde cresci , / assim como os via quando era criança quando meu nome era Moshe Segall ." /
Natural de Vitebsk, ou Witebsk, Biolorússia, nascido em 07.06.87 e falecido em 28.03.85. Sa primeira eposa foi Bella. A segunda esposa ,Vava, Vavá, Valentine Brodsk.
Obras : Eu e a Aldeia ; Bella de Vestido Verde ; Retrato de Vava ; Auto-retrato, O Violinista Azul ou Celeste ; O Violinista Verde , etc.
Surrealista. Pintor e poeta do telúrico e do simbólico.Chagall um poeta com versos em cores e formas. Formas cores de sonhos esgarçados na manhã. Imensa a Pinacoteca de Marc Chagall.
O sonho é um Anjo Azul celeste e surrealista de Salvador Dalí e Gala, saído à mente de Salvador Dalí como um anjo louco em azul, anjo perturbado em azul celeste, Anjo Azul e Anjo Surrealista do Salvador Dalí, saindo correndo de um sono de Dalí e fugindo ao mundo surreal, surrealista, vindo para a natureza em cores e formas de Salvador Dalí, na dança de suas Dançarinas.
No sonho que tive / um ser humano que morreu / era muito importante para mim / mas não era um ser humano solitário e individual que morrera no sonho / era mais de ma pessoa importante era mim / eram várias pessoas em uma / e uma em várias / no milagre que o sonho é capaz de construir com seus engenheiros e pedreiros sem pedra angular / ( o Anjo Azul, Celeste, Anjo Surrealista / de Salvador Dalí no amor com Gala / desceu à terra /
onde o Violinista Verde, Verde ao sabor ao violino de ervas / faz um dueto verde e azul celeste / com o azul no tom musical Violinista Azul Celeste / cantando céu e terra ) /
No sonho que tive / abracei com ardor uma pessoa porque não tenho afinidade / porquanto essa pessoa estava vinculada por sangue ao morto ou morta / a ambos morto e morta / ( não sei e sei que o pai dela / era meu tio ainda vivo e pai da pessoa efusivamente abraçada / num derrame de sentimento bobo / ou se era e era meu tio e minha avó / que morrera há tempos ) / e estávamos em uma taberna / que tinha a frente construída conforme todos os bares que freqüentei / e o banheiro era no fundo / tinha uma porta de entrar / e a porta de saída dava ara outra rua / e estava fechada com trinco tão frágil como o papelão / e dava para a rua que olhava em garotas e garotos /e eu o tinha de nenhuma / tinha todas as idades até hoje que tenho /
No sonho que tive / do Anjo Azul e do Anjo Surrealista de Salvador Dalí / extraído de dentro de mim / vi que o mundo onírico / não mede Anjo Azul e Anjo Surrealista de Salvador Dalí / não te tempo no sonho / e o espaço é um Anjo Azul / colorido pela asa do Anjo Surrealista de Salvador Dalí / que batem as asas no espaço azul de anjo surrealista dentro de nós /
Biografia ( obra e vida ) de Salvador Dali:
Salvador Domingo Felipe Jacinto Dali i Domènech, nascido em 11.05.1904, Figures (Catalunha, na Espanha). Importante artist plástico ( pintor e escultor) surrealista da Espanha. Expoente do Surrealismo.Conviveu com Federico Garcia Lorca, dentre outros. Casou-se com a imigrante russa Elena Ivanovna Diakonova, conhecida como Gala. Criou o Teatro-museo Gala Salvador Dali ( Fundação Gala Salvador Dali), em sua terra natal. Morreu em 23.01.89.
Obras : O Grande Masturbador ; Girafa em Chamas ; A Tentação de Santo Antão (Santo Antônio ) ; Gala Contemplando o Mar : Madona de Potlligat ; Metamorfose de Narciso ; o Unicórnio Alegre : Madona da Rosa Mística , etc.
O Caleiero da Morte se Salvador Dali é imaginado do Salvador dali ao salvador daqui numa fora irônica da Sátira Menipéia, do imagi
TEXTO EM POESIA : A TEXTURA DA POESIA
O Anho Azul e Salvador Dali / dali do quadro em tinta e forma / voou e nadou e navegou / no mar negro dos meus olhos / perdio na procela dos seus olhos / verdes anjos de ervas / tramitando a natureza através do Violino verde / do verde Violinista Verde /
O Anjo Azul de Salvador Dali / pulou do quadro de Salvador Dali / e dai construíu ma ponte pêncil / entre os meus olhos e a consciência do artista surrealista / do Anjo Surrealista / ao anjo dali da obra de Dali /
Do quadro aos olhos constriui uma escada de Jacó / por onde subiam e desciam anjos azuis e surrealistas / sureais anjos na escada / que vinculava meus olhos ao Anjo Azul surrealista / que ia e vinha por três escadas de Jacó / escadas que nem Jacó vira : / a escada de Jacó do Anjo Azul surrealista no quadro de Salvador Dali / ia até o passo que o Anjo Azul Surrealista enviava em luz para os olhos / então vinham os passos dados dos olhos ao quadro / e dos olhos como Anjos Azuis / na terceira escadaria de Jacó / indo e encontro à consciênia de Salvador Dali / a tempo em que pintou o Anjo Azul / e o pôs num surrealismo fora do mundo onírico / no surrealismo que Salvador Dali deixou expresso no Anjo Azul surrealista /
Dos olhos de quem olha o quadro de Salvador Dali / e do quadro de Salvador Dali aos olhos que olhavam / andava o Anjo Azul Surrealista de Salvador Dali / como uma criança que aprende a andar / e dá seus primeiros e inseguros passos / dali para cá e de cá para lá /WIKIPEDIA :
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Relatos cortos
Filmografía
Bibliografía
Referencias
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- ↑ Entrada sobre el «Existencialismo» en MSN Encarta
- ↑ Obra publicada por capítulos en la revista Vremya comenzando en 1861 y finalizando en 1862. Biografía de Fiódor Mijáilovich Dostoyevski en MSN Encarta.
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