domingo, 28 de abril de 2013

VAU(VAU!) - verbete verbete glossario etimo


Às  vezes quero voar
entremeado na solidão
que ocupa o vau das procelárias...
ir ao encontro do mar
- amar a mar
posto em odor no ar
que prenuncia a tormenta
a qual desenha o toque do som
em espaço auditivo e corporal
no vau
por onde voa a companhia
das procelárias
no vento que tosse
e torce a vela.
Fulmares nos ares.
Pardelas, pardelões,
albatroz-de-sobrancelha-negra 

"Thalassarche melanophris")...

( Voo pelo vau
- pelo vau vou ao voo
e a tormenta que e atormenta por dentro
molha a parte da minh'alma de petrel
baixo céu de fel ao leu
de déu-em-déu
no aranzel)

Quero solitário estar
deixar ficar
quedar-me
qual violino Stradivarius sem corda
no canto do encanto quebrado
partido o coração
por um não-canto
no canto do chão
e no cantochão...
ausente os dedos do virtuose
e as cordas do instrumento
que por um momento
grita e geme forte
depois queda
no silêncio do anjo morto
ou e queda sem pára-queda
ou simplesmente cansado
dormindo a sono solto
na criança que amo
ou na mulher
da estirpe do arcanjo
que esbanja  banjo
e despreza marmanjo pernóstico...
porque ela preza a honra,
só pertence a si
e co-pertence ao seu amado...
que não lhe é um fardo
ou fado.

(Vou pelo vau
pelo vau vou
do fogo que queima
no cadinho
o corpo de serafim
que há em mim
e na carne dela,
a bela que vela
pelo seu amor
- teu amor
que a luz de manhã vernal
deixou em rastos de petróglifos
em código de cores
em minha parede).

Amor, amor, amada,
a solidão em mim
não existe sem ti
pois de ti nasci.
Independente de ti em mim
existem e resistem
apenas as procelárias
que abrem um vau
que não vi
porque não tenho olhos
senão em ti
- que meus olhos
foram feitos de tua matéria
vivificados em tua energia
redesenhados em tua geometria euclidiana...
também presente
na presença da liana
que abraça o meu coração
com suas mãos vegetais
- que são tuas
e teu, só teu,
meu coração quente!

( Vai pelo vau
- pelo vau vem
ela que é todo
o meu bem,
sim e amém
na áspide ardente que voa,
na serpente ardente,
ardentias do mar,
do amar
com amor ardente de serafim
que acende e porta a tocha,
leva o archote
na escuridão da noite
para um lampejo de caminho
achar e achatar pé...
na noite de estrelas apagadas nas trevas...
- de sua ausência,
mulher amada, querida, adorada,
viola odorata(violeta)...
Oh! Viola odorata!

flor que ascende ao amor,
acende a paixão!...

pequenina viola odorata!:
adorada!... ). 
(Excerto do livro "Adorada Viola Odorata, Violeta e Mulher cuja Fragrância é Natural, Rainha Vegetal do meu Sistema Nervoso Vegetativo e Central").
 profeta oséias amós oseias amos isaías isaias jeremias jonas joel
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sábado, 27 de abril de 2013

ENSAIO DO ORGANISTA DE SAINTE-SULPICE - verbete glossário enciclopedia

João Guimarães Rosa não contava, não narrava uma história : pensava-a avo a avo : vinte avos, 30 avos rastreando o passo do tempo até os avós. As estórias de João Rosa não eram narradas, mas pensadas,pespegadas (pespegadas!). Não as contava feito um contador de estórias bolorentas, mas pesava-as com um pensamento fundo que vinha da esfinge a interrogar o enigma,  a recolher silenciosamente e respeitosamente no logos os mistérios  da vida e do amor, que , na realidade perpassante, perpassada pelo fenômeno, é a realidade inata do ser, vez que  o ser, em sua aparição fugaz,  é quase um  sonho ou quiçá um soluço, uma efeméride ou, ainda, uma ideia de Platão fincada na tese do filósofo arraigado na realidade-idealidade, que  é a vida humana exposta ao saber, querer, conhecer, sondar, vida esta que é um meio-termo entre a existência e o ser, sendo o ser uma existência prática, mas, por paradoxo, uma existências em práxis e teorética. Este o método do mestre do sertão dos buritis em renque e do grande buriti : pensar a estória molhada nas veredas. Malhada a vaca mocha.
Ao pensar a estória, sob a forma de conto ou novela poético-pensante, o autor se pensa e pensa o mundo rodeado pelo contexto invisível, alijado da percepção do erudito escriba, que não pode escrever o texto e ler, concomitantemente o contexto. Este João de bom barro,  criador da estória pensada, não narrada, poetizada, transtornada e transformada em história na hora de Hegel, despontando na dialética.
João Guimarães Rosa rasgava as palavras e pensava intelectualmente e sensivelmente a estória com onomatopéias, barulhos, ruídos  de monjolos, visões verdes de buritis, gente valente e demente. Gente, enfim, presente ( o ser) e ausente ( não assente no ser que dá o tempo, que é o presente ou presença de ser enquanto ente, algo manifesto aos sentidos ferindo o ser do homem ainda em absconsa apercepção : o tempo faz florir a apercepção, espécie de intuição kantiana.( O ser é uma luz do tempo e uma corporificação do espaço, em conceito-pedaço, indefinido na definição).
Deus tinha seu canto e nicho nestas estórias, absconso em tutaméias, entremeado com o diabo, o qual rodava, rodopiava  no pó que o vento levantava entre levante e poente : um pó de vestido a desnudar a mulher discreta e a sonsa : o diabo no rabo de saia, que saía solícito, sagaz, indecente do guante em que estivera enrodilhado com cordas de ventos alísios ou monções.
Não há em Guimarães Rosa um contador de estórias, mas um pensador de estórias, que a pensa solitário, em solilóquio, com o diabo na ponta do verbo ao invés do verbo ser Deus. O pensador de estórias ia, paulatinamente, se afastando, se arrastando para fora do do mundo fictício, desintegrando o onírico e o lírico  ao se transfigurar, imperceptivelmente, sub-repticiamente  em pensador da história, numa evolução insuspeita : o salto evolutivo da estória à história.
Com Guimarães Rosa a novela perde um narrador e ganha um pensador nada rigoroso, céptico, inconclusivo até a indiferença ou descrença no conhecimento falho por palavras rasgadas em versos cantantes nas bocas das Musas que estão no vento todo o tempo : um tempo transluar, trânsfuga, do que deveio do veio do presente e virá a devir no futuro co foco no presente, que carrega o corpo do ser, no anto da ontologia, que só pode ser estuda por um breve instante, um momento tenso-intenso, sem tensores ou sensores que a meçam, um brevíssimo momento de existência no bojo do ato e do fato, que se esfacelam, esboroam-se no líquido do ser. O ser líquido e o ser liquidado em grupo social.
A ontologia(ontologia!) é o fundamento de todo pensamento, conhecimento, saber, literatura, sensibilidade, ciência, drama, trama, poesia, estória, história humana; porém não tem contexto no poeta e no novelista e, por isso, estes a ignoram; ao contrário, o filósofo auto-consciente da ontologia, pois este o seu objeto, o seu contexto, seu texto. A ontologia cobre o microcosmo e o macrocosmo. Todo saber, todo conhecimento é, em princípio, ontologia. Ontologia..., mas o que é isso : ontologia?!
Diriam os incautos que é o estudo o a palavra do ser : o ser no "logos" "in loco" e em locução: em tese ou na posição em nenhum lugar geográfico ou geométrico do mundo, mas no nicho do homem : seus pensamentos ou mente frente à realidade e de costas à idealidade que oculta tal idealidade partida em fatia da realidade, sendo que nem a parte "realidade" é real, mas dado do real, da coisa dada, observada, lançada(objeto constituído pela substância do espaço e tempo que formulam o ser em outra expressão do espaço-tempo ou energia-matéria).
O ser é algo que observa e é observado, que está no estado e estudo da substância e fora da substância, bem como da energia que sobeja da ralação matéria-energia. Isso física, química, empiricamente; mas também, paradoxalmente, está fora do universo epírico, num universo mental, que nem é universo, mas um "locus" geométrico que não emana energia nem é emanada da energia, porem pensa o mundo em si, no ser, e fora de si, na existência, universo "paralelo" esse que acabou perfeito na filosofia acabada de Aristóteles, oriunda da tradição de Parmênides, Zeno, da escol de eleatas que descobriram o pensar d pensar, o pensamento debruçado sobre si mesmo e, posteriormente, numa superação do auto-conhecimento, do mundo exterior ou existência. O ser é plúrimo corte de realidade e irrealidade : balanço ou dança de ser e não-ser, cortes de instantes que não se juntam na mutação de matéria e energia. Dança cósmica, cosmogônica, cosmogonia.
No ser estão os triângulos e teoremas que tais, imortalizado no nome de Pitágoras : o não-espaço e não-tempo sem energia e matéria, sem substância mesmo ou com substância desconhecida, pois tal substância é o próprio pensar, nem chega a ser o pensamento ainda, mas um princípio do pensamento no pensar, o ato de exercitar a criação do paralelogramo, de onde provém a geometria substante-insubstante, que se sustem no nada mental e físico. O ser e não-ser na geometria por inteiro : um discurso ou pessoa do discurso nas matemáticas, aritméticas, álgebras em seu solilóquio assaz loquaz com o cosmos, ou o que o grego contextualizava no texto  como cosmos.
João Guimarães Rosa estuda esse ser que passa ainda agora à minha frente e que não consigo parar em seu fluir, senão usando a memória como expediente de memória falha, em miscelânea com a imaginação, as quais tentam em vão captar o vivo, parar o que não para, mas flui indefinidamente mesmo no vau do universo onírico. Esse objeto falso com memória de vida, porém não vida no instante dado em soma com o espaço momentâneo do presente tempo que envolve a presença no espaço, é o que estudamos e estatuímos como e enquanto objeto ontológico, o qual os cientistas julgam mudar de forma e teor com uso de nomenclatura ou terminologia,  denominando pomposamente e jocosamente o objeto da ontologia com o nome  de objeto científico, vez que não podemos parar o tempo e o espaço a fluir em rios, fluentes rios de Heráclito, o Obscuro, mas apenas cortar em pedaços de instantes no presente que traz a presença no espaço e tempo vividos; portanto, o objeto de estudo da ciência é o não-ser, algo morto e inexistente, envolto nas brumas do pretérito ou um ser já não em sua função vital de ser, ou seja, de sua existência exitosa já apartado, apenas restante em verbo, em logos, em cultos matemáticos, na tese do lugar geométrico, que é um nada cavado na mente, esse buraco de minhoca. Ser histórico para historiologia e historiografia, rasgos e restos do pensar enquanto vivo e no momento ou período o ser humano que assiste a presença a nascer do presente, nicho da vida em teia e cadeia ecológico, etológica.
A ciência estuda um objeto falso : um não-ser que se passa por ser que deveio e estar à devir. O artista arteiro do sertão não diz isso, mas pensa sem o contexto, que será objeto de ensaísta. O contexto é objeto do ensaísta fictício e real de Sainte-Sulpice, organista que toca outra arte no opúsculo. O poeta que escreveu, chorou o contexto que não pode ler, pois aquele que escreve está cego para a leitura do contexto que abraça o texto em lamentações de Jeremias, pois todo texto é uma escritura para o autor que se abre em leitura para o leitor sagaz : abre o ser genuíno em tese na escrita que acolhe o ser do escriba nos signos e símbolos e se oferece em sacrifício maia de leitura dúplice a erudito, que pode ler texto e contexto de imediato, fato e ato vedados ao autor do texto. 

( Excerto do "Ensaio do Organista de Sainte-Sulpice Debruçado Sobre a Realidade e Idealidade Ontológica Durante o Interlúdio da Tocatta e Fuga em Ré Menor de Bach ou Buxtheude")
profeta oséias amós oseias amos isaías isaias jeremias jonas joel
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sábado, 13 de abril de 2013

GRASSAR(GRASSAR!) - etimo wikdicionario lexico

Dão-Lalalão de João Guimarães Rosa
com fortuna crítica de Paulo Rónai.
- Quer maior preciosidade?!
A obra do mestre e a erudição do crítico literário
e ensaísta da Santa Capela
que tirou este Brasil da miséria e inanição intelectual
que, inobstante, continua a grassar(grassar!).
Leio-a ( a novela) à capela (Sainte-Chapelle).
É uma das novelas enfeixadas em Corpo de Baile.
Leio-a quase lascivo.
Gosto de João Rosa
porque é um super-artista das letras:
João, do barro do sertão,
das folhas do buriti
e das águas das veredas
 nos dá água para beber à cuia,
 faz-nos ouvir a água que toca sua música sem musa
 no rumorejo do arroio
que busca um rumo sem pejo;
oferece um trago no cigarro do matuto,
apresta e apresenta o sertão,
- não em palavras!,
mas em vozes de gente e natureza,
vozes que se pode escutar nas gramíneas,
tocadas pelo vento do oboé...

João do sertão põe-nos frente com as personagens
 feito fossem elas gente fora do teatro
ou das pessoas do discurso
( o discurso muda o curso
 e onera o ser humano em pessoas
 ou  personagens do rito teatral
ou do mito escrito
por escriba-rã,
escafandrista).

João, de barro do sertão,
apresenta a terra e o homem,
 não a obra e suas pessoas do discurso,
que se cala para o humano
na ciência política e no direito.
Apresenta o sertão em todos os sentidos
e para todos os sentidos alertas.
João, o batista de cá
onde medra os campos gerais
e as minas que não há mais
desde o poeta desesperado
em lamentações de Jeremias,
um profeta que lamuria,
José do Egipto,
filho de Jacó,
porém não seu Benjamim.
O Benjamim era o último filho
sendo José o penúltimo).

Aliás, sem e com vanidade,
eu me leio em alguns livros :
Os sofrimentos do jovem Werther, obra de Goethe;
Grande Sertão : Veredas( grande satã...?!
metido entre um buriti e uma juriti?!);
a poesia de Alphonsus Guimarães;
e, no Dom Quixote imaculado, na Mancha,
onde o autor é o próprio livro -
e não Cervantes, aquele judeu errante...
- que criou o andante...
Não existe Cervantes, mas o andante cavaleiro
a galopar um rocim fraco.

Sou o cavaleiro e o que monta o mulo, Sancho,
rodando o mundo
nas patas do cavalo e do mulo
atrás de moinhos e de Dulcineia,
a única mulher amada pelo cavaleiro.
( Sou o godo ( ostrogodo, visigodo?)
- um bárbaro preso à escrivaninha
narrando gestas
sobre o lombo
de outras bestas).

Sou o poeta na escrivaninha
que olha a bem-amada
e quer a paz para sempre
ao lado dela
Sou o profeta desistente
deste mundo de títeres e déspotas cruéis
que não clama mais por justiça
de forma renitente
porque seria ingênuo e inútil
crer em tais mitos humanos.
Agora sou apenas o homem
que, quedo e mudo,
espera na praia,
onde o poeta restou náufrago.
Aspiro tão-somente por um resto de paz
no berço que está nos olhos dela :
emocionados olhos negros
cheios de paixão e desejo ardente adrede(?)
da mulher que planta a minha vida
- na alma dela!
Minh'alma que se alimenta
do que ela produz em glicose
na relação de fótons e clorofila
fonte de alimento
que me retrata, mantém e devolve vivo
( Ela que enfrenta corajosamente e confiante
o olhar do balisco
que  olha-a de dentro de mim
- do nervo óptico).
Um dia sem vê-la
é um noite cega.
Vê-la por alguns segundos
é esclarecer o sol
que deixa de se ocultar
em região obscura da alma,
lado negro da lua em mim.

O meu coração não está na Dulcineia,
mas na Cassia...:
única mulher que o basilisco aceita,
que passa incólume pelo  crivo de seus olhos
graças à sua imaculada conceição:
imaculada concepção...
- seu imaculado coração de mulher!

 Ela é meu mito
da Virgem Maria:
meu rito
da mulher real e idílica.
( O canoeiro da minha terra
idealiza o idílio
no rio da poesia
mas ela realiza o ideal
na engenharia do amor
que beija e deixa-se beijar
na conjunção carnal).


Ficheiro:Gustav Klimt 016.jpg
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

LEVIATÃ(LEVIATÃ!) - etimo wikdicionario lexico

Quem vale o meu sonho de amor?!...,
- sonho de uma noite de verão!?...:
A Cassiopeia vale
no céu infensa que está
à luxúria humana :

ela não traz a nódoa
da mulher vulgívaga,
pois constelada está comigo
na costela que se encosta
durante o sono uníssono
a consonar com o sonho da felicidade
a ser realizado...
- por nós dois.
A Cassia também
plantada em árvore da vida
- no pulmão desta bem-amada mulher
que inspira o aroma sutil da Cassia e expira o que os foles tocam na música a quatro sopros dado no beijo de Klimt que haverá de ser o nosso beijo.
A Cassia que é 
a árvore do conhecimento que tenho da mulher
no sistema nervoso vegetativo,
que é um anjo autônomo,
um serafim queimando de paixão,
de amor ardente
no jardim edênico
onde uma mulher de ouro,
virtuosa e bela,
prova do pomo de ouro
do Jardim das Hespérides,
aonde pode-se achar
a mesma bela Cassia
-  na planta do pé,
palmilha, radical,
a pé pela Via Cassia
- na Roma dos romanos.
( Cassiopeia no céu, 

Cassia na terra
abraçada à raiz
- e no corpo humano

esparsa pelo sistema vegetativo vivente,
que se dá somente na paixão do amor
- paixão em fogo no serafim

que anima este homem-escriba
que sente a paixão do amor

tal qual um tremor
- um terremoto amoroso!...
abalo sísmico no peito e em todo o corpo anatômico e fisiológico : corpo químico, corpo alquímico...: corpo do alquimista vivo nos acordes do opúsculo feito de ensaios   do oboísta de Rosslyn Chapel ).

Será esta paixão
mero platonismo platinado
a patinar no planisfério?!
Não! : é antes uma engenharia
fundada na emoção
e não na razão,
pois há essas duas modalidades de engenharia :
uma conhecida pela cognição
e outra desconhecida
que emana do coração apaixonado
na flora do mar vivo, que é contra o mar morto no corpo torto pelo tombo  - da torre do tombo do tempo que templa e tempa - o tempo e o templo .


Será que este amor
antípoda a mar morto
tombará ante o olhar
do balisco que olha
por dentro dos meus olhos?! Selá?
Será que sobreviverá ela
ao balisco que olha por dentro de mim
com este olhar inclemente 
que só deixou vivo
apenas um amigo?!  
Será que sobreviverá ao leviatã(leviatã!)
que se enrosca no meu corpo
e é, simultaneamente, o meu corpo?! 
Terá sobrevida
após a medusa
ocultar serpentes
em meus cabelos
e nos cabelos negros e bastos dela?!
Crespas madeixas
que me deixa endechas!...     

Amo e amei pessoas
que me decepcionaram rudemente:
Pessoas são pinturas rupestres?!
Não e sim,
quando não demonstram inequivocamente
a capacidade de se entregar por inteiro
porquanto tais pessoas
são entes do discurso
ou hipócritas ( atores!) e atrizes atrozes
com fanhosas vozes de nozes ( voz de nós!)
na economia do teatro político, polido, afetado,
que não sabe a sal e a mar.
Fê-lo com afinco
a pessoa de uma sacerdotisa de Ísis
- de sete véus
e sete mel em favos hexagonais
que sabia a mar de sargaços!
Com viço de verde
e vício de sexo
quando da crisálida da pessoa
libertava-se a borboleta do ser humano
que não vinha da noite da falena,
nem das chuvas com odor de terra
de onde vem em planadores
as mariposas ou térmitas
quase a sotavento,
barlavento que baila.
Querem mais, bárbaros do bar-bar?!

Entrementes, não cri no amor da pitonisa,
porém atribuí tudo
à sua paixão ninfomaníaca pelo sexo,
ao seu fetichismo pelo falo,
seu culto ao objeto fálico
em priapismo
que castigava sua castidade.

Aquela  sibila, enquanto pessoa
e não ser humano
livre do papel social
e a máscara que se pega pregada
à face da personagem de rito,
não sabia amar,
senão nas vozes do verbo;
nem tinha poder algum
fora de contexto místico
para o super ato de amar,
que é maior e mais profundo que o mar oceano,
pois extravasa os ritos compassados
em conformidade ao ritmo ditado pelas plenas leis dos reis
( que são penas capitais!:
leis penais, que penalizam, oneram!)
elaboradas em projetos de leis
pelos seus bobos da coorte
nas mais variegadas formas :
magistrados, ministros, menestréis, meirinhos,
amanuenses, eruditos, sacerdotisas, profetisas...
( hoje poetisas, as antes profetisas,
porque cabem apertadas no espartilho
do rito mitigado, meio escocês, gaulês,
e do mito desmitificado.
Poetisas são profetizas
que perderam a dignidade
e ganharam em futilidade com Safo
e outros gregos à la Píndaro).

As pessoas são meras personagens de teatro
pessoas de discurso,
escravas do verbo,
e diferem fundamentalmente
dos seres humanos individuais,
da gente individuada
que escapa à patrulha verbal
que as leva ao teatro
em texto de escritor ou ator.
Porém, enquanto frágeis e desprotegidos
seres humanos,
gente abandonada e caçada(cassada)
pelos poderes deletérios do estado,
são gente medrosas
e coagidas com o chicote à chicória  da escravidão
imposta pela civilização,
sempre nefasta ao princípio da individuação,
fundada em interesses laicos
do que está no baixo ventre
- e abaixo do abdomên do homem
assente no centauro assentado em Quirão.

Pessoas assim teatrais,
pessoas ou personagens da comedia dos erros,
preferem manter a mentira de um casamento
e fingirem-se mutualmente fidelíssimos,
o que por si já é prova de mendacidade,
pois raro um matrimônio longânimo
pode acaso manter acesa a tocha do amor
excepto a chama da pira da paixão morta,
porquanto o amor
sendo vida
também inspira e expira
no movimento do coração
em sístole e diástole.
( E a vara do varão
também tem seus senões
e dias de anão,
mormente quando o ex-amor
vira-se na cama ou na lama
em sentimento de desprezo mútuo
na falha do falo
- que já não fala
nem pia...
dorme inerme).

Ante isso o par aparvalhado
vai à cata de psicólogo
que lhe convença
da mentira que querem
e pagam para ouvir:
que o amor pode voltar;
que o morto pode inspirar
o ar e soprá-lo  de novo do oboé :
é o expirar musical, Musas pecaminosas!
que acaba bem
na sinfonia pastoral de Beethoven,
onde não há sexo,
excepto se for de anjos no cio
que sopra a brasa do fogo da paixão...
mas realizam o milagre do pênis
porquanto os mortos amantes
não ressurgem das cinzas
nem se insurgem qual fênix,
apenas fingem realizar a função
dos profissionais da mentira
os charlatães da psicologia
que crassa na comunidade
com sua pajelança
que levam o incauto a crer
que podem  revolver na cova
o corpo de doutrinas de Freud e Jung
e outros sábios que sabiam
o que eles fingem saber
( fingem melhor para si
que para os outros!).
assim arrastam pesadamente
suas crendices juvenis-acadêmicas, endêmicas,
fazendo  crer que têm propedêutica
para realizar tal tarefa
que não lhes parece interdita,
conquanto a tarefa árdua
não cabe cabisbaixa no entendimento
desses metódicos medíocres
os quais não tem arcabouço teórico
para compreender a obra do gênio,
vez que o papel social desses pobres-diabos
os quais arremedam a medo
o saber dos doutos
é apenas serem o bobo da coorte
a repetir sem inteligência
e com insolência
teorias de gênios da psiquê
ou da sociologia, etnologia, antropologia, ontologia...
- tudo sob a égide de um pensamento mágico
a recitar  sortilégios
imaginariamente aptos a ressuscitar
o Cristo do amor morto e sepultado
sem cruz, na comédia do prato com crucíferas.
Esses míseros repetidores do saber alheio
supõem em sua ignorância perversa e invejosa
que os sábios são loucos,
porque, simplesmente, eles, esses despeitados!,
não podem compreender a inteligência inata,
mas apenas invejá-la,
nem podem possuir
ao menos uma gota de saber espontâneo
e muito menos de conhecimento;
portanto, pelejam inutilmente
para favorecer a hipocrisia
que é um teatro
por onde eles vagam com  suas máscaras
carnavalescas-teatrais
as quais lhes esconde a face mendaz do bobo grotesco
bem como sua estultície pertinaz.
São meros atores de circo mambembe
e temem a realidade
- e mais ainda a opinião pública
que, na verdade,  não tem qualquer opinião,
nem público ou privada,
mas vertem chavões às mancheias
nos vomitórios e escaradeiras
feitas de carne humana
de corpo e alma falida,
espíritos liquidados.
( Os buscadores da pseudo-sabedoria :
psicólogos, psiquiatras  e outras personagens medíocres
do drama e da trama social
( feiticeiros, charlatães de toda ordem e desordem)
satisfazem seus clientes incautos
com o adultério ou a auto-traição
que é um amor por procuração,
pois não podem dar muito de si
uma vez que quase nada restou
do que lhes tomou e tornou
as doutrinas do estado
na boca de profissionais lavadores de cérebro
e dos que levam o engodo ao corpo
com  drogas(remédios!) legais,
estatais, estatizantes
- tudo  com o apoio irrestrito  da igreja,
da ciência e de todo obscurantismo
que permeia a vida em comunidade
na qual todos querem e se esforçam
para continuarem infelizes
mas fingindo-se felizes
no inferno miserável ou luxuoso
em que vivem de mau a pior,
sejam belos ou feios
suas faces e corpos
marcados pela frustração perene
do conviver social,
convívio político, em Pólis,
entre inúmeros subjugados pelo estado,
que é o direito
posto em suas leis.
..............................

...................
Até quando vou tolerar
tanta desgraça
sem cometer suicídio!
Na mendacidade vivemos atolados
e na mendacidade do amor infiel
que damos e recebemos
no mero rito da  sexualidade
com ínfimo prazer
e demasiada culpa
porque não amamos,
mas fazemos as vezes de que sim,
conquanto seja só sexo.
Assim sobrevivemos infelizes e culpados.
Sórdidos!
( Nunca me senti culpado
ao fazer amor com a sibila,
mesmo porque não era amor
da minha parte
e sim sexo! - demasiado sexo!
sem medo, recato ou qualquer coisa
que não justificasse
a nossa liberdade de nos dar
íntegros!
Mas acabou
como vai apagar
o sol um dia
ante meus olhos vidrados!
- vidrados no ato do orgasmo
ou da morte,
que deve ser outro orgasmo
- a final!

A pitonisa jamais me deixou meditabundo
nos seus atos e ritos de amor,
mas sim nos atos da pessoa
que às vezes tomava sutilmente as vezes
do ser humano,
que morava nela;
pois o ser humano
é muito mais que a pessoa :
mera atriz,imperatriz, meretriz...
algo gris como um céu pombo cinza,
céu pintado de pomba cinza,
em plumas, penas e pena
a cumprir o condenado
- que todos somos
graças à política
e seus mandatários : caudilhos.
Por isso estou e sempre estive
em profunda e vasta crise existencial
com a noite a negrejar sobre minh'alma dolorosa
em solidão de pedra,
porque o amor existe de fato,
mas as pessoas do discursos
usurpam-no ao ser humano
e não deixam a paixão fluir;
entretanto, canalizam-no para o teatro
e ensaiam atores e atrizes
e poemas de amor
(que representam o amor;
e a paixão assim em tese
não passa de uma representação da realidade,
ao invés da realidade chã)
os quais apenas estão ali para dizer
e viver por atores e atrizes,
uma vida falsa, de hipócritas,
com hipócritas( ator e atriz é sinônimo de hipócrita!,
ou seja: que representam, mas não são,
tais e quais os políticos
que, no entanto, fazem da representação
a realidade sob o arsenal que faz qualquer valente capitular
até ao código penal)
porque ator e atriz e políticos,
que também são atores e atrizes, hipócritas, enfim!,
podem não estar vivenciado
o vicio e o viço de um amor de verdade
naquele momento do recital,
mas tem a arte de fingir;
enquanto os seres humanos
que vivem o instante de magia
se calam e beijam e abraçam
tentando segurar o amor nos lábios selados
qual pomba da Arca de Noé
que trouxe uma gramínea no bico,
uma verde gramínea com sabor de terra fresca,
molhada de dilúvio.
Terra pós-diluviana.
..............................

.....................................
Antes eu bebia cerveja
e este o meu lenitivo.
Hoje, sem o lenitivo
me defronto com a solidão feroz
que é um leão famélico
pronto para me devorar
ou então uma píton enorme
a se enroscar em mim
que já sonhei
que era eu uma serpente
e senti pavor de mim mesmo
- no fundo do mundo onírico
aonde dormia o pavor de Pã.

A noite na taberna
apagará a derradeira lanterna
em minha alma escura
ternamente
então cairei nas trevas bastas
dormirei no canto escuro
da colma apagada.
Morrerei de hipotermia de amor,
sem paixão
- nem amor de Cristo quero.
( O que eu quero
- ou queria!
seria sua paixão acerba!,
temerariamente exacerbada!)
Porém, para tristeza minha,
sei que as pessoas são capazes
das maiores patifarias
inconscientes que são
dos seus atos e pensamentos,
mas raras de qualquer ato de amor espontâneo
durante o curso da vida
apagada pelo discurso das pessoas
- em forte morte.
( As pessoas, em sua maioria absoluta,
ou obsoleta,
não são humanas,
mas filhas do papel, do papiro
e do papelão que fazem
sem ter a menor consciência
de seus atos teatrais
tragicômicos, vulgares,
incongruentes, inconscientes...
( Ressuscitem Freud
e não Jesus!).

Já os seres humanos
são temerários a ponto
de arrostarem batalhas homéricas
para defender seu ponto de vista
sua tese na terra plantada
com cabeça (cérebro) e pés ( palmilhas).
Mas o ser humano
enquanto ente individual
é espécie quase extinta,
conquanto ainda extante
em reduzido número.

Já as pessoas do discurso e do teatro social
estão escritas e descritas em lei
servem ao ao rei
e tudo o que o rei diz,
seja o rei Jesus ou o capitalismo.
São desobedientes apenas a si
e aos seus anseios mais íntimos
que descuram em foro íntimo.
Gostam de viver comodamente
qual um certo imperado romano
que honrava em atos este nome
hoje com a carga do significado
no lombo dos asnos,
mormente os asnos de ouro
cobertos. Ouro de tolo.
ouro é para tolo.
A Roma dos obeliscos
e a coluna latraense de Trajano.
( O obelisco veio do templo de Karnak
em Tebas no Egipto
do faraó Tutmósis III e Tutmósis IV).

Provavelmente persigo o inexistente
e estou só na Ilha "Isola"
e não acho ninguém
que tenha estofo de Kafka
para ter inteligência da metamorfose
que é a realidade mutante
e não apenas nas belas letras
dos letrados letrosos-leprosos
e leitores falazes.
Ninguém pode me entender
sem me exorcizar os demônios imponentes.

As doenças auto-imunes
são formas mentais
de combater um corpo mentiroso
que porfia contra o que mais deseja
e vive um casamento tedioso
ao invés de um acasalamento amoroso.
Como não temos poder algum
para sozinhos
combater todos os exército do mundo
o indivíduo impotente
ante a prepotência
combate o próprio corpo
combatendo desejos inconfessáveis,
mas essenciais à sobrevivência,
Essas necessidade básicas
são-lhes  proibidas
pelas instituições
daí vem o adultério,
que às vezes é necessário,
mas qe pode ocasionar  mal-estar
e sentimento de baixeza e impotência
maior ainda,
além de risco de escândalo.

Somos todos tão condicionados à covardia!
que até a coragem do suicida
é abominada
e preferem serem assassinados
na eutanásia
As instituições podem nos matar,
ma nós não.
Escravos até o fim.
E após o fim
querem uma outra vida
a continuar essa vida péssima
e sem sentido mínimo.

Minha solidão é tão vasta e profunda
que não acho viva alma
a quem comunicar o que penso
sobre a existência miserável
que somos coagidos a levar
como felás que somos
pobres ou ricos
sábios ou estúpidos.
Os fil´sofos e os profetas
se salvam por loucura.

Tamanha e extensiva minha solidão
que parece até que travaram uma guerra atômica
e a bomba eliminou
apenas os que padeciam de estupidez perene,
ou seja,
- onde vou encontrar um ser humano,
pois todas as pessoas foram mortas
indiscriminadamente.
O que lamente,
pois embora já não ajam mais como seres humanos
eram seres humanos em sua essência
e poderiam emergir a qualquer tempo!
Esta minha esperança.

( vivo crise existencial severa
- crise que é momento crítico
não sei quando vou implodir
no suicídio
ou se vou superá-la
como ocorreu nas várias fases
da minha vida.
Os papalvos não concebem o suicídio
como única forma de fuga
desta prisão corporal
do mundo-enxovia dos potentados
que nos mantém escravos
apontando carabinas
mosquetes
e leis esparsas pelas folhas
antes verdes ao vento
agora secas depois do outono
que as amarelam
e as demudam em papel,
resmas para as leis
- outras tantas metralhadoras
e tanques de guerra blindados
são tais leis dos reis
que se fantasiam de presidentes democráticos,
republicanos senadores
e juízes impolutos.

Creio que todos os seres humanos,
não as pessoas,
têm inteligência nata de gênio
e são iluminados Budas,
ou sábios em comunhão com Cristo
e que o amor existe
e insiste em nascer e medrar
perpetuamente
nos corações empredenidos dos ditadores.
Imaginem nos bons corações!
Todavia, o ser humano é sufocado
abaixo da canada de espinhos da civilização
e sua cultura de feitores e escravos,
onde a inteligência tem que ser representada
pela estupidez
e o amor apaixonado
pela máscara mortuária do teatro grego,
gregário no matrimônio,
acre e agrário no patrimonio.

Não vivemos, mas sobrevivemos,
sub-vivendo
sob a economia
- da economia.
Nao descasaremos
mas casaremo-nos,
tal qual São Francisco de Assis, nu.
Em Rosslyn Chapel
haveremos de nos casar
com coro de anjos
e gárgulas capazes
de ocasionar estress pós-traumático
no saxofone que toca
um fascínio fascinante
na fascinação que tens
por mim
e eu por ti,
sem tíbia ou tibieza... 
Ficheiro:Gustav Klimt 016.jpg
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